Neste primeiro post não espero, nem pretendo de todo esgotar o Título do blog, aliás nem me julgo capaz do mesmo, e penso que será também interessante ao longo dos tempos voltarmos insistente e continuamente, atrevo-me mesmo a dizer de forma circular, à abordagem do tema.
Porquê e para quê este blog? Para incitar debates, publicações e reflexões sobre os mais variados temas, dos quais destaco: arte, música (por razões que depois poderei explicar o separei do primeiro), política, religião, filosofia e economia. Queria somente destacar dentro da arte a poesia, blog para o qual temos vários poetas que se disponibilizaram a apresentar as suas obras, que são ilustradoras que a Pátria de Camões não termina, de todo, em Pessoa. No presente século, as esperanças para esta área são as maiores!
Somos portanto um círculo de amigos, que procura contribuir para o enriquecimento cultural e político dum país, que está numa situação, que penso que ainda ninguém realizou muito bem a sua gravidade e consequências, é portanto um alarme, uma urgência que ergamos a bandeira Pátria, que gritemos bem alto por esta Nação decadente, para que precisamente deixe de o ser, para isso é fundamental a cultura, é a nossa identidade que nos permite a vida, e a nossa identidade é a nossa cultura.
Mas também iremos mais além! Esta gravíssima crise nacional, teve origem numa crise económica nacional, que só foi possível por uma profunda crise de valores, que se vai agravando de dia para dia, urge o combate, urgem os esclarecimentos, urgimos todos nós, não podemos ficar parados perante tudo o que se vai afundando à nossa volta, é impossível.
Queria primeiro de tudo distinguir os três fundadores:
- Branquinho;
- Antonio;
- Bernardo Goes Ferreira.
Não deixo também de agradecer aos demais administradores que se disponibilizaram para enriquecer o nosso blog:
- José Maria Santos;
- Francisco Cunha Leal;
- João Pereira Coutinho;
- Artur Leitão Rodrigues e
- Miguel Silveira Álvares.
Ao trabalho!
Porquê e para quê este blog? Para incitar debates, publicações e reflexões sobre os mais variados temas, dos quais destaco: arte, música (por razões que depois poderei explicar o separei do primeiro), política, religião, filosofia e economia. Queria somente destacar dentro da arte a poesia, blog para o qual temos vários poetas que se disponibilizaram a apresentar as suas obras, que são ilustradoras que a Pátria de Camões não termina, de todo, em Pessoa. No presente século, as esperanças para esta área são as maiores!
Somos portanto um círculo de amigos, que procura contribuir para o enriquecimento cultural e político dum país, que está numa situação, que penso que ainda ninguém realizou muito bem a sua gravidade e consequências, é portanto um alarme, uma urgência que ergamos a bandeira Pátria, que gritemos bem alto por esta Nação decadente, para que precisamente deixe de o ser, para isso é fundamental a cultura, é a nossa identidade que nos permite a vida, e a nossa identidade é a nossa cultura.
Mas também iremos mais além! Esta gravíssima crise nacional, teve origem numa crise económica nacional, que só foi possível por uma profunda crise de valores, que se vai agravando de dia para dia, urge o combate, urgem os esclarecimentos, urgimos todos nós, não podemos ficar parados perante tudo o que se vai afundando à nossa volta, é impossível.
Queria primeiro de tudo distinguir os três fundadores:
- Branquinho;
- Antonio;
- Bernardo Goes Ferreira.
Não deixo também de agradecer aos demais administradores que se disponibilizaram para enriquecer o nosso blog:
- José Maria Santos;
- Francisco Cunha Leal;
- João Pereira Coutinho;
- Artur Leitão Rodrigues e
- Miguel Silveira Álvares.
Ao trabalho!
A ver se a gente encontra o centro disto!
ResponderEliminarO centro, meu caro José Maria Santos.. Esse, é e será, sempre, de exímia dificuldade de encontrar. Uns puxam à direita, outros puxam à esquerda, ou atrevo-me mesmo a dizer que outros puxam para ambos. Esse, centro esquecido e perdido por quase todos, parece ter-se deslocado, quando o que realmente se deslocou foi a noção, ou falta dela, de onde ele realmente estava, esteve e estará, sempre. A ver se o reencontramos, afinal.
ResponderEliminarCaríssimos Amigos:
ResponderEliminarPrimeiramente é meu dever a todos congratular por esta brilhante iniciativa, que é do meu maior apreço e distinção. É nas crises que se vêem os grandes homens, sendo esta crise tão grande só poderá surgir daqui alguém imenso, atrevo-me com todo o pudor e frontalidade a dizer, que não houve melhor momento da nossa história, do que aquele que hoje vivemos para o aparecimento de D. Sebastião.
António, no seu texto quase toda a razão lhe concedo, lamento apenas, considero deveras infeliz o IV parágrafo: «Mas também iremos mais além! Esta gravíssima crise nacional, teve origem numa crise económica internacional.» Não tenho mais além senão a minha Pátria! Isto não é um problema internacional, problemas internacionais não existem, podem existir sim problemas similares de nações distintas, compete a cada nação zelar por si. Uma nação é já de si um conjunto de pessoas e território que se uniram para enfrentarem problemas conjuntamente, logo não faz qualquer sentido fazer união de países, porque esse é o primeiro passo para a perda de identidade dos mesmos.
José Maria Santos e excelentíssimo Branquinho:
Não há nem pode haver dificuldade em encontrar o centro, aliás o centro não serve para nada, o centro é o ponto neutro, o ponto morto. A direita essa sim deve ser encontrada, encontrada e seguida!
Branquinho, dou-lhe a minha garantia que se não tivéssemos senhores a puxar isto para a esquerda estaríamos bastante melhores.
A Bem da Nação!
Caríssimo Cunha Leal,
ResponderEliminarAo contrário do que pensa, encontrar o centro tem a sua dificuldade, sendo que se não a tivesse, já se o teria reencontrado, mesmo até não perdido, com maior facilidade.
Existe, ao contrário do que pensa - vejo, grande utilidade no ponto neutral. Aliás, os extremos nunca acabam muito bem, veja-se a História Mundial. No entanto, eu próprio peco nesse mesmo aspecto, pois não me encontro no meio de esse, que se afirmam "de centro". Estou, pois, em total concordância com o senhor, no que diz respeito à acção da esquerda no nosso país ao longo de todos os míseros tempos da sua pobre existência.
Tenho, no entanto, de discordar com o senhor num aspecto, com imponência pequena, mas importância crucial: existe mais além do que a nossa pátria, meu caro amigo. Não entendo, como é que um senhor da sua ideologia-da pouco que conheço- e inteligência, não acredita em algo tão grande e tão claro e óbvio, como o poder Divino, o maior de todos eles!
Espero, pois, encontrar em si, apesar da nossa diferença, um aliado para os tempos difíceis que se avizinham, para ver se conseguimos encaminhar esta gente para o devido lugar.
A Bem de Deus e da sua Obra!
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminar1 - "aliás o centro não serve para nada, o centro é o ponto neutro, o ponto morto. A direita essa sim deve ser encontrada, encontrada e seguida!"
ResponderEliminarFrancisco, lamento desiludi-lo, todavia como bem disse o centro não interessa é o "ponto morto", o que está morto já não existe, ou pelo menos não sabemos se existe ou não. O centro é onde cada um o vir, a prova disso é não haver consenso.
2 - "O centro, meu caro José Maria Santos.. Esse, é e será, sempre, de exímia dificuldade de encontrar."
Branquinho, cada um vê o centro onde quer, vejo aliás no título deste blog isso mesmo. Devemos é procurar a riqueza das ideias de cada um, que é enriquecida pelo debate e pelo pluralismo, mas seria uma falta de respeito e de consideração afirmarmos que um certo ponto determinado seria o centro, sendo literatura existe um óbvio subjectivismo que permite e promove as diferentes respostas, e centro se esse existe é o conjunto de centros que cada um com a sua visão encontra.
3 - "Branquinho, dou-lhe a minha garantia que se não tivéssemos senhores a puxar isto para a esquerda estaríamos bastante melhores."
Francisco, se não fosse a esquerda haveria ainda a Inquisição, escravos, a mulher estaria condenada a viver em casa, os pobres condenados a ser pobres, não haveria liberdade de expressão, etc, etc... Se não fossem as esquerdas viveríamos ainda num autêntico mundo medieval.
4 - "Não tenho mais além senão a minha Pátria! Isto não é um problema internacional, problemas internacionais não existem, podem existir sim problemas similares de nações distintas, compete a cada nação zelar por si."
Francamente, sejamos realistas sendo isto um problema de origem internacional, a solução passa também pela ordem internacional. Quantos mais povos se unirem para combater os mesmos obstáculos mais poder haverá para demover os mesmos, se isso significar o sacrifício das identidades nacionais, valerá a pena, porque se os países existem para resolver os problemas e se sozinhos não o conseguem fazer - estou a seguir a sua lógica - então faz todo o sentido que se unam, por forma a resolvê-los, deste modo todos saem a ganhar.
1 - "Existe, ao contrário do que pensa - vejo, grande utilidade no ponto neutral."
ResponderEliminarEstou de profundo acordo consigo, nada de mais útil para o equilíbrio dos estados do que moderação e estabilidade democrática, as ditaduras dos extremos significaram sempre supressão de liberdades e recuos na defesa dos Direitos Humanos.
2 - "Estou, pois, em total concordância com o senhor, no que diz respeito à acção da esquerda no nosso país ao longo de todos os míseros tempos da sua pobre existência."
Acção da esquerda? Quando esteve a esquerda no nosso país? Ao longo de toda a história tivemos na grande maioria das vezes governos de direita, nunca foi devida à Esquerda o seu lugar, nem tempo, nem condições, e aliás, digo mais, mesmo no pouco tempo que houve real Esquerda no nosso país foram logo notórios avanços que com a direita nem em séculos houve.
3 - "A Bem de Deus e da sua Obra!"
No mínimo irónica esta sua contradição, diz que o mundo está uma miséria, então onde está Deus, quando está o mundo nesta situação? Deixe-me adivinhar: no Céu! Se os homens olhassem menos para Deus e pusessem os olhos na Terra e neles mesmos, certamente estaríamos muito melhores.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminarÓ João, desculpe lá, mas parece que não leu os dois posts anteriores a este, no qual bem explícito está a definição de círculo, se círculo é o conjunto de pontos que estão à mesma distância do centro, de que modo poderia haver mais do que um ponto? Existem sem dúvidas várias visões sobre um realidade, várias visões - uma realidade. Trata-se portanto nosso dever encontrar o centro, infelizmente uns estão mais longe do que outros, mas compete aos que estão próximos arrastarem os restantes. Mas negar o centro seria negar o círculo.
ResponderEliminarPonto de ordem!
ResponderEliminarAnima-me constatar tanto interesse e discussão, contudo penso que seria deveras mais proveitoso se organizássemos as ideias, ainda um só debate sobre o título e já foram abordadas variadíssimos temas, esquerda-direita, religião, política internacional, relativismo, todos eles temas profundíssimos, aos quais esta dispersão em nada ajuda.
Hão-de ser criados espaços e tempos para discutir separada e devidamente estes mesmos assuntos, portanto peço-vos a todos, nomeadamente ao Branquinho, Pereira Coutinho e Cunha Leal que por agora se poupem.
Muito obrigado.
ps - poderão os administradores irem postando textos seus para comentar, ou obedeçam aos debates que forem promovidos pelos fundadores.
Sem considerar de modo nenhum que estou a fugir ao tema do post, e sem reacender o debate que o António deu por findo, entendo que me devo apresentar.
ResponderEliminarChamo-me Artur da Silva Monteiro Leitão Rodrigues, a contrário dos restantes administradores (não digo fundadores) sou o único que não sou poeta, no entanto julgo que sou o único que conhece todos (fundadores e administradores) pessoalmente.
Nasci no dia 10 de Janeiro de 1953, tenho portanto 58 anos, nasci em Lisboa, vivi quase toda a minha vida em Lisboa e em Lisboa espero morrer. Sou professor de Português do Ensino Básico (tenho portanto de engolir todos os anos aqueles programas comunisticamente intragáveis).
Aceitei este desafio do Branquinho, do António e do Bernardo, porque considero uma responsabilidade de todos nós portugueses para agir, uma enorme exigência moral foi para mim impedimento de qualquer rejeição.
Considero também uma enorme honra, por estar ao lado de tão grandes poetas portugueses, que infelizmente não tiveram ainda a coragem (isto sou eu a provocar-vos) de publicar as suas obras, que são sem margem de dúvida dum altíssimo valor e preciosidade, o que não se usa, desperdiça-se!
Bom, sem me alongar, nem delongar queria só aproveitar para retirar deste debate que apesar de infrutífero digamos, teve frases que considero, que quer concordemos quer não, são fantásticas, termino então com os seguintes sublinhados, os quais valem a pena ser recordados e meditados (tanto podem valor ideológico, como estético, ou digo que ambos):
José Maria Santos (JMS) - "A ver se a gente encontra o centro disto!"
António - "A Pátria de Camões não termina, de todo, em Pessoa."
Branquinho (B)- "Esse, centro esquecido e perdido por quase todos, parece ter-se deslocado, quando o que realmente se deslocou foi a noção, ou falta dela, de onde ele realmente estava, esteve e estará, sempre."
Francisco Cunha Leal (FCL) - "Não tenho mais além senão a minha Pátria!"
FCL - "Isto não é um problema internacional, problemas internacionais não existem, podem existir sim problemas similares de nações distintas, compete a cada nação zelar por si."
B - "Imponência pequena, mas importância crucial"
João Pereira Coutinho - "Se os países existem para resolver os problemas e se sozinhos não o conseguem fazer (...) então faz todo o sentido que se unam, por forma a resolve-los."
JMS - "Negar o centro seria negar o círculo."